Na estrada: Monte Alegre do Sul – Parte um

Um mês atrás decidimos viajar para comemorar o aniversário da Bárbara, dia 6 de setembro. O destino escolhido foi Carrancas/MG, uma cidade repleta de cachoeiras. Não por acaso, não deu certo. Quando fomos comprar as passagens, tudo deu errado e não conseguimos. Entendemos os sinais da vida e mudamos o destino para Monte Alegre do Sul. Na verdade, a intenção era ir para Serra Negra, mas não achamos camping e a cidade parecia muuuuuuito turística, queríamos um pouco de paz.
Monte Alegre do Sul é uma cidade a 130km de São Paulo, com cerca de 7 mil habitantes e é conhecida por suas cachoeiras e alambiques (possui cerca de 50!).

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No sábado (5) saímos às 8h30 da rodoviária do Tietê com destino à Amparo. Chegamos por volta das 11h40, e ao meio dia pegamos ônibus sentido Monte Alegre do Sul. Chegando na rodoviária local percebemos que tudo parecia meio distante. Ao lado dela havia um centro turístico, com exposição de artesanato local. Começamos a conversar com uma moça que disse que o pai de uma amiga tinha táxi, e ela poderia chamá-lo para nos levar até o camping. Oba! Um problema resolvido sem a gente nem enxergar como um problema.

Passaram 20 min e chegou o seu Augusto, um taxista paulistano que foi morar há 8 anos lá. Nos contou um pouco sobre a cidade enquanto nos levava ao camping Cachoeira do Sol, no bairro do Falcão. Sim, tem uma cachoeira lá dentro!

7O dono é o seu Auro, um senhor super animado que já veio dizendo pra largar as mochilas e ir conhecer a cachoeira. Doidinho, doidinho. Tem de tudo que é animal lá: galinha, peru, galinha d’angola, galo, frango, pato, ganso. Fora os bodes do vizinho que invadem o terreno.
Pra nossa surpresa a cachoeira corre por dentro da área de camping, e nosso ‘quintal’ era uma passagem de água gostosa e suave. Visto isso e morrendo de fome fomos montar a barraca, encher o colchão inflável e dar uma olhada nas quedas da cachoeira. Focados na fome, deixamos o camping em direção à Festa do Morango, um evento que acontece anualmente no bairro. Mesmo vegetarianos, conseguimos almoçar numa boa: Comemos muito bem, aliás, e felizes, depois de vários ônibus e todo trabalho para nos organizar voltamos rolando para o camping e dormimos um pouco em nossa barraca.

1Acordamos quando anoitecia e resolvemos tomar um vinho. O seu Auro vende lá mesmo por 15 reais uma garrafa da Adega do Nono. Conhecemos nossos “vizinhos”: Gelmi e Josy, um casal muito divertido e simpático lá de Americana. Assim como a Bárbara, era a primeira vez da Josy acampando. Bebemos, conversamos e rimos, e assim que acabou o vinho, aproveitamos para ir dormir ao som d’água correndo.
E este foi nosso primeiro dia em Monte Alegre do Sul, no próximo post continuaremos contando sobre nossa aventura que fica um pouco mais movimentada.

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