Na Estrada: Pedra Bela

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Não lembro como nem quando descobri Pedra Bela. Só sei que quando soube sobre ‘a maior tirolesa da America Latina’ decidi que queria conhecer. E claro, a Bárbara ia ser colocada a prova mais uma vez! hahaha Estava fuçando no facebook, quando apareceu um post  sobre a Ecoturismo Brasil, uma agência de viagens de aventura, e advinha qual era o destino? Pedra Bela! Além da mega-tirolesa, vinha incluso uma trilha de  4km.

Não deu outra. Chamei a Bárbara (que topou na hora) e aguardamos ansiosamente o dia da viagem. No domingo (28 de fevereiro) fomos ao ponto de encontro no metrô Vergueiro onde nosso micro-ônibus aguardava todos para viajar. Contando com a gente, haviam 21 pessoas + Denis (guia), Renata (educadora) e o motorista. Saímos tranquilamente de São Paulo, e por volta das 10h30 estávamos na frente da Alma de Pedra, lugar que administra a mega tirolesa, onde fica o fim dela. Enquanto esperamos nossa vez, ficamos brincando com vários cachorros que tinham na região. O guia nos explicou que normalmente é vazio, mas dessa vez haviam 4 grupos na nossa frente, e iriamos esperar pelo menos 1 hora. Iríamos, se não fosse a chuva. Começou a cair o mundo as 11h, não dava pra ver nem a tirolesa mais. A Bárbara tava morrendo de medo de que a tirolesa continuasse funcionando na chuva, e eu bravo/chateado que não ia dar pra descer. O guia sugeriu que fossemos almoçar para passar o tempo enquanto a chuva diminuía.

Chovendo :(

Chovendo 😦

De fato eu já tava bem pessimista. Achei que o tempo não ia melhor nem ferrando, nem com reza brava pra Santa Clara. Fomos almoçar no restaurante Muvuca Caipira, e mesmo tendo bastante carne em diversos pratos, deu pra viver muito bem sendo vegetariano em Pedra Bela.
Quando terminamos de almoçar, advinha? A chuva parou ❤ E o sorriso voltou para os nossos rostos. Que nem duas crianças indo pro parque de diversão. Não demorou muito, já era nossa vez. Colocamos nossos equipamentos e esperamos ansiosamente, com muito frio na barriga, a van vim pegar a gente para levar para a tirolesa. Mas o que aconteceu? A van quebrou, minha gente. Sério, que azar! Mas nosso guia muito esperto sugeriu que nosso micro-ônibus nos levassem lá, e a galera topou!

O casal aventureiro no topo da Pedra do Santuário

O casal aventureiro no topo da Pedra do Santuário

A tirolesa fica no topo da Pedra do Santuário, mas obviamente os carros não chegam lá. Tínhamos que subir mais de 300 degraus para chegarmos ao destino final.  E chegamos! Quando você está lá em cima, na hora do ‘vamos ver’, dá um friozinho na barriga, e ao mesmo tempo uma vontade de ‘pular’ logo.
Como a gente é azarado, na nossa vez de descer começou a chover e a Bárbara, surpreendendo a todos, já se prontificou a ir. Não exitou não, olhou pra frente e se jogou! (vejam o vídeo que colocamos no facebook, sério). Na minha vez a chuva já tinha engrossado e eu pensei “é agora ou nunca!”. Fui! Que sensação gostosa é ‘voar’ vendo tudo ali ao seu redor, as montanhas, as árvores… os animais lá embaixo parecendo só um pontinho branco. Mas confesso que ficar olhando pra baixo me deu medo viu? hahahaha
Chegando ao fim, a Alma de Pedra tem um fotógrafo que registra o momento da sua descida. Achei meio caro o valor (5 reais cada foto!), mas compramos para ter um registro desse momento, porque né, não é todo dia que se desce 1.900 metros de tirolesa.

Ta vendo aquele pontinho ali no meio? Então, é a Bárbara

Fomos para o micro-ônibus esperar o resto do pessoal descer também para irmos embora. A gente achava que ia embora né, depois de tanto tempo esperando a chuva passar e etc. MAS, não sabíamos de nada, inocentes. O guia nos perguntou em alto e bom tom: “Prontos para a trilha?”

Pronto mesmo, ninguém tava né? Mas bora, já estamos lá. A Trilha até o topo da Pedra Maria Antonia tinha 2km de ida e 2 de volta, e não era tão fácil quanto eu imaginava. Era uma subidinha considerável em meio ao mato, e boa parte na ‘montanha’ de pedra. Mas sinceramente? Quando você chega lá no topo, tudo faz sentido. O lugar era lindo, dava para ver toda a região, o sol já indo se pôr, quase nenhum barulho e o ‘cheiro’ de ar puro. A Bárbara foi super bem! Subiu e desceu como se já tivesse feito diversas trilhas! Mesmo chegando cansada, não parou no meio do caminho, muito menos desistiu. Descemos com um pouco mais de cuidado do que subimos, entramos no micro-ônibus a caminho de São Paulo com a sensação de ‘dever cumprido’.

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Na Estrada: Monte Alegre do Sul – Parte três

Última parte, de três posts, sobre nossa viagem. Pra você que não viu, aqui está a primeira e a segunda.

Segunda-feira (7) era nosso último dia. Choveu um pouco na madrugada, e acordamos no meio da noite com um pouco d’água entrando na barraca. Nada, claro, que não faça parte das aventuras de acampar! Demos um jeito em tudo e voltamos a dormir. Quando acordamos não estava mais chovendo então levantamos e fomos tomar café dentro da casa do seu Auro. Confesso que eu comi um monte, a geleia de morango que ele faz é uma delícia!

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Fomos nos despedir da cachoeira e lá aproveitamos pra relaxar um pouco, meditando. Voltamos para nossa barraca, arrumamos tudo com bastante calma para colocar tudo arrumadinho dentro da mala. O Maurício, filho do seu Auro, levou a gente até a rodoviária, e bem pertinho dela tinha um restaurante self-service. Vegetarianos agradecem! Aproveitamos o horário de almoço e um tempinho de folga até o ônibus vir para forrar o estômago antes de pegar estrada. Comemos bem, e advinha o que tinha de sobremesa? Sagu 😦

Aguardamos nosso ônibus com destino à Amparo, que chegou pontualmente no horário marcado na tabela da companhia. Chegando ao destino, esquecemos a barraca dentro do ônibus, mas pra nossa sorte ele só ia sair uma hora depois. Ufa, resgatamos nossa dormitório. Compramos revistas para passar o tempo, e fomos comer um queijo quente muito bem servido enquanto não dava o horário do nosso ônibus para São Paulo. Às 17h30 embarcamos, e por volta das 21h chegamos na capital, demorou um pouquinho mais do previsto, mas felizmente não pegamos trânsito.
Coincidência ou não, a mesa do restaurante que almoçamos era nº 25, e a poltrona do ônibus também! E como vocês acompanharam, essa viagem foi principalmente para comemorar o aniversário de 25 anos da Bárbara.
O saldo da viagem é muita felicidade e sentimentos bons! Não vemos a hora de pegar novamente a estrada e conhecer um pouco mais desse mundão, e principalmente, da natureza.

Coisas que descobrimos/vivemos na viagem:

1. Perus: são seres narcisistas e egocêntricos, e o macho é diferente da fêmea, visualmente mais pomposo;
2. Existe peru branco;
3. Fizemos um amigo cavalo, que vinha até a cerca só de ouvir nossa voz;
4. Galinhas sobem em árvores (what?);
5. Não encher um colchão inflável fora da barraca sem antes de ter certeza se ele passa pela porta;
6. Verificar se tem restaurante perto do camping(Se não fosse a festa do morango a gente ia passar perrengue pra comer);
7. O que é um jacú;
8. Uma fruta chamada uvaia.

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Arvorismo: medo e superação

Como comentei no post anterior, vim contar mais a fundo minha experiência na prática do arvorismo com a galera do Radicais Natureza!

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Pré arvorismo: tranquila. Só que não!

Olha, eu confesso que topei por algum motivo desconhecido, eu nunca tinha feito nem imaginado fazer algum dia – muito menos no dia do meu aniversário de 25 anos – e ainda tinha plena certeza de que não conseguiria passar nem da primeira etapa. Quando chegamos lá e vimos o circuito, eu tive certeza da certeza. Mesmo com toda a segurança –  eles trabalham com um Sistema de Gestão de Segurança, baseadas nas Normas ABNT -, com o instrutor dando todo o suporte necessário e nos tranquilizando de que estaria pronto para ajudar, a certeza permaneceu. Mas, posso falar? A gente se surpreende, viu!? E a melhor coisa que eu fiz foi ter topado.

O Rafa foi primeiro e me ajudou muito em todas as etapas, não só psicológica mas fisicamente também. O circuito completo consiste em 6 etapas:

  1. Tirolesa: foi a mais tranquila e a mais gostosa pra mim. Eita frio na barriga bom descer pendurada naquele troço, gente. Parece que a gente tá voando, é uma leveza, uma liberdade, eu amei.
  2. Uma tal de teia: São várias cordas entrelaçadas formando uma ponte, você vai pisando onde elas se cruzam e evoluindo. Foi a etapa que eu menos gostei. Me irritei, me machuquei nas cordas, arranhou, beliscou… Aff! Mas eu passei!
  3. Primeira ponte de ripas (finas) de madeira: é como uma escada horizontal com degraus mais espaçados. No circuito haviam duas. Nesta, passei bem e tranquila, não encontrei muitos problemas.
  4. Cabo de aço: tinha que atravessar no meio de uma árvore, desviando de galhos e troncos, pisando apenas em um, eu disse UM, cabo de aço e segurando em outro, acima da cabeça. O mais complicado foi desviar dos galhos e manter o equilíbrio. Mais ou menos no meio da corda, era preciso ‘pular’ um tronco maior da árvore e se manter seguro com um pé só por alguns segundos, eu fiz a louca e fui. Deu certo! Passei.
  5. Segunda ponte de ripas (finas) de madeira: Nesta aqui deu meio ruim, viu!? Motivo: em dado momento, a distância entre uma ripa de madeira e a outra estava dobrada, faltava uma entre elas. E ai que minha perna é curta, amigos, deu problema. Eu travei. Não consegui pisar na lateral pois sentia que as cordas iam girar e eu ia ficar pendurada igual uma mané. Mas o Rafa e o instrutor me ajudaram muito, incentivando, dando apoio e um jeitinho nas cordas para que eu pudesse avançar com mais segurança, e eu consegui.
  6. Rapel: era a conclusão do circuito para voltar ao chão, descer a plataforma de madeira. Ai gente, sinto decepcionar, mas não rolou pra mim, não. Eu não senti segurança nenhuma, simplesmente não consegui soltar o corpo e muito menos a corda. Visto isso eu desci – com uma ajudinha generosa do instrutor que me lançou de lá de cima, senão provavelmente eu estaria lá até agora haha – pendurada nos cabos de segurança, sentada. O que não me faz ter a certeza de que foi melhor do que ter descido de rapel, mas… desci.

Eu finalizei o circuito e não precisei ser resgatada no meio dele, apesar do medo, da insegurança e dos machucadinhos, com o incentivo e apoio que que recebi e com alguma força de vontade minha, cheguei até o final e isso me deixou MUITO feliz. Depois de 24 primaveras o que eu nunca cogitei fazer me fez acreditar mais em mim, ter mais confiança e entender que apesar de qualquer coisa eu preciso me dar a chance de, pelo menos, tentar. Com certeza saí dessa aventura que, pra muitos pode ser uma bobagem, mas pra mim foi extremamente importante, me superando em todos os aspectos. E esse foi o maior presente de todos.

Parte do circuito. foto: Radicais Natureza

Parte do circuito. foto: Radicais Natureza

Quero muito agradecer ao namorado incrível que me proporcionou essa experiência e esteve ao meu lado todo e me serviu de base para passar por cada etapa – e completou o circuito bravamente – e a equipe do Radicais da Natureza, pela paciência, pelo encorajamento e apoio.

Comecei esses 25 anos da melhor maneira, hein!? Em um lugar incrível, com pessoas incríveis e uma experiência e tanto. Obrigada a todos ❤

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Na estrada: Monte Alegre do Sul – Parte dois

Dormi com 24 anos no nosso primeiro dia no camping Cachoeira do Sol, e ops! acordei com 25! Isso mesmo, 6/9, nosso segundo dia de viagem e meu aniversário.

Preciso confessar que acordar com o barulho da cachoeira, mesclado ao do Rafa tentando se comunicar com um bode do vizinho que invadira o terreno do Sr. Auro, foi divertido. Deu uma sensação menos ‘comum’ de acordar em casa, sozinha, no silêncio. Por algum motivo, estar em meio à natureza, apenas com o essencial, me fez sentir mais conectada com tudo.

O nível de água da cachoeira está extremamente baixo “/

Tomamos café e fomos nos aventurar nas trilhas que levavam às quedas mais altas da cachoeira. E olha, pra quem não tem o condicionamento físico muito legal, é dureza! É subida, caminho irregular, pedra. E foi numa dessas que eu pisei em falso e caí de joelho, ganhando meu primeiro roxo de aventura. Mas alguém, vulgo Rafael, tinha planos ainda mais emocionantes para este dia. Depois de conhecer as outras quedas, partimos na estrada em direção ao casarão dos Radicais da Natureza para fazer *arvorismo. O lugar é muito bonito e tem uma senhora cachoeira dentro (também!). O atendimento lá é padrão casa de vó, eles te deixam à vontade até para mudar o canal da TV da recepção. Nos sentimos acolhidos e exploramos um pouco o terreno para conhecer. Confesso que achei que não conseguiria passar da primeira fase do circuito, mas me surpreendi comigo mesma e vou contar essa experiência no próximo post! Aguenta ai.

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Depois de alguns perrengues, arranhões, muito suor e circuito finalizado, conhecemos a Mari que trabalha lá e nos ofereceu gentilmente uma carona de volta, nos poupando uma bela caminhada. No percurso nos contou que saiu de São Paulo e foi viver lá em Monte Alegre do Sul em busca de uma vida mais tranquila, e pelo carinho com que falava, entendemos que foi uma troca muito feliz! Ela nos deixou no bairro do Falcão, onde neste fim de semana estava acontecendo a 22° Festa do Morango, festa essa que nos salvou no quesito comida.

Próximo ao camping não havia restaurante aberto nos dias em que estávamos lá, então almoçamos lá na festa mesmo, em quiosques. Fomos vegetarianos felizes em todas as refeições, adaptando os pratos ao nosso gosto. No primeiro dia o Rafa comeu arroz, tutu de feijão, farofa de couve, brócolis, berinjela, batata com alecrim, tomate e alface, eu comi a mesma coisa dispensando a berinjela, e para acompanhar tomamos suco de laranja, natural. Na sobremesa fomos de pavê de chocolate e bolo de chocolate meio amargo, tudo com morango. Por que, né? Festa do morango.
No segundo dia, pós aventura, nos permitimos almoçar gordices e a refeição foi batata frita e pastel de queijo, tudo sem morango. Mas a sobremesa não escapou, outro pavê de chocolate com, adivinha? Sim, morango.

Saímos de lá empanturrados e voltamos para o camping17 rolando e com o corpo cansado de tanta novidade, e, depois de um bom banho e um pouco de descanso, demos uma volta no terreno do Sr. Auro, espiamos as galinhas, patos, gansos e perus, tiramos algumas fotos e voltamos para a barraca para terminar o dia conversando com os nossos ‘vizinhos’, Gelmi e Josy, enquanto bebíamos e comíamos. Eles um churrasco, e nós um queijo assado preparado por eles ❤

* O vocábulo ARVORISMO é formado a partir da palavra portuguesa árvore;  já ARBORISMO é formado a partir da origem latina arbore.  Ambas estão corretas e designam a mesma atividade.

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Na estrada: Monte Alegre do Sul – Parte um

Um mês atrás decidimos viajar para comemorar o aniversário da Bárbara, dia 6 de setembro. O destino escolhido foi Carrancas/MG, uma cidade repleta de cachoeiras. Não por acaso, não deu certo. Quando fomos comprar as passagens, tudo deu errado e não conseguimos. Entendemos os sinais da vida e mudamos o destino para Monte Alegre do Sul. Na verdade, a intenção era ir para Serra Negra, mas não achamos camping e a cidade parecia muuuuuuito turística, queríamos um pouco de paz.
Monte Alegre do Sul é uma cidade a 130km de São Paulo, com cerca de 7 mil habitantes e é conhecida por suas cachoeiras e alambiques (possui cerca de 50!).

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No sábado (5) saímos às 8h30 da rodoviária do Tietê com destino à Amparo. Chegamos por volta das 11h40, e ao meio dia pegamos ônibus sentido Monte Alegre do Sul. Chegando na rodoviária local percebemos que tudo parecia meio distante. Ao lado dela havia um centro turístico, com exposição de artesanato local. Começamos a conversar com uma moça que disse que o pai de uma amiga tinha táxi, e ela poderia chamá-lo para nos levar até o camping. Oba! Um problema resolvido sem a gente nem enxergar como um problema.

Passaram 20 min e chegou o seu Augusto, um taxista paulistano que foi morar há 8 anos lá. Nos contou um pouco sobre a cidade enquanto nos levava ao camping Cachoeira do Sol, no bairro do Falcão. Sim, tem uma cachoeira lá dentro!

7O dono é o seu Auro, um senhor super animado que já veio dizendo pra largar as mochilas e ir conhecer a cachoeira. Doidinho, doidinho. Tem de tudo que é animal lá: galinha, peru, galinha d’angola, galo, frango, pato, ganso. Fora os bodes do vizinho que invadem o terreno.
Pra nossa surpresa a cachoeira corre por dentro da área de camping, e nosso ‘quintal’ era uma passagem de água gostosa e suave. Visto isso e morrendo de fome fomos montar a barraca, encher o colchão inflável e dar uma olhada nas quedas da cachoeira. Focados na fome, deixamos o camping em direção à Festa do Morango, um evento que acontece anualmente no bairro. Mesmo vegetarianos, conseguimos almoçar numa boa: Comemos muito bem, aliás, e felizes, depois de vários ônibus e todo trabalho para nos organizar voltamos rolando para o camping e dormimos um pouco em nossa barraca.

1Acordamos quando anoitecia e resolvemos tomar um vinho. O seu Auro vende lá mesmo por 15 reais uma garrafa da Adega do Nono. Conhecemos nossos “vizinhos”: Gelmi e Josy, um casal muito divertido e simpático lá de Americana. Assim como a Bárbara, era a primeira vez da Josy acampando. Bebemos, conversamos e rimos, e assim que acabou o vinho, aproveitamos para ir dormir ao som d’água correndo.
E este foi nosso primeiro dia em Monte Alegre do Sul, no próximo post continuaremos contando sobre nossa aventura que fica um pouco mais movimentada.

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